Livemocha é um ‘facebook’ para aprender inglês

Há um ponto em comum em praticamente todas as falas de pessoas responsáveis pela contratação em empresas de TI: a dificuldade de encontrar no Brasil profissionais fluentes em um idioma estrangeiro. A escassez de profissionais que falam inglês levam empresas a treinarem para alguns cargos específicos, como é o caso de suporte, pessoas sem formação técnica, mas com fluência na língua. Afinal, é possível formar um profissional numa linguagem em dois anos, enquanto o bom domínio de um idioma leva entre quatro e seis anos.

E não basta aprender outra língua: exercitá-la no dia-a-dia é fundamental para não passar vergonha na hora em que você vai precisar dela. “Um grande problema que percebemos são aqueles profissionais que se dizem fluentes, mas quando vamos ver na prática, têm um nível apenas intermediário”, afirma Daniele Fonseca, diretora de RH da NeoGrid. Dar informações falsas ou incompletas, aliás, é um dos 7 pecados de um currículo.

Criada em Seattle, nos Estados Unidos, a rede social Livemocha é uma boa dica para quem precisa, ou quer, se aperfeiçoar em um outro idioma. Criada em 2007, ela é baseada no conceito de colaboração e põe em contato aqueles que querem aprender com os nativos de cada idioma.

A rede disponibiliza atualmente muitos idiomas (Inglês, Italiano, Espanhol, Português (Brasil), Francês, Híndi, Alemão, Islandês, Mandarim, Japonês , Russo). Assim como nos cursos regulares e presenciais, as lições abrangem leitura, compreensão e expressão oral, escrita e gramática. O diferencial está nas ferramentas que permitem que o usuário submeta textos ou áudios à correção de outros membros.

Além disso, o Livemocha traz todas as outras características de uma rede social convencional, aos moldes do facebook. Isso permite aos usuários encontrarem internautas nativos em outros idiomas, que não os que já estão no banco de dados do site – de Filipino a Tailandês; de Sueco a Birmali.

Com mais de 2 milhões de usuários, a rede se destacou como iniciativa na web e chamou a atenção da Pearson, multinacional de educação.

(Fonte: Info Exame)

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