FBI revela arquivo bombástico sobre Steve Jobs

O FBI, polícia federal norte-americana, divulgou nesta quinta (9) um arquivo de 191 páginas sobre a vida de Steve Jobs, cofundador da Apple morto em outubro do ano passado. O documento teria sido preparado durante uma investigação em 1991, quando Jobs era cotado para participar de uma reunião com o Conselho de Exportação do governo George H. W. Bush.

Trecho de arquivo secreto divulgado pelo FBI de investigação feita sobre Steve Jobs

Em uma parte do documento, uma ameaça de bomba, que teria ocorrido em 7 de fevereiro de 1985, é descrita pelo FBI. Um homem não-identificado teria feito uma série de ligações para a funcionários da Apple, dizendo que “três dispositivos” haviam sido colocados na casa de Jobs e de outros dois executivos da Apple. Uma quarta bomba também teria sido armada, mas o local não foi informado pelo suposto criminoso, que ameaçou dispará-la se autoridades fosses contatadas.

Segundo o arquivo do FBI, o suposto criminoso exigiu US$ 1 milhão, além de combinar o local onde escondeu instruções à Apple em um hotel de São Francisco. A polícia chegou a investigar o caso: rastreou as ligações, que tinham origem de uma garagem perto do Aeroporto de São Francisco. O local foi vasculhado, mas nada foi achado e ninguém foi preso.

Drogas

O documento divulgado nesta quinta (9) pelo FBI também cita o uso de drogas. Um dos agentes escreveu no documento que “muitos indivíduos comentaram sobre o uso de drogas por parte do Sr. Jobs”.

  • Reprodução/FBI.gov

    Trecho de documento revelado pelo FBI diz que Jobs era usuário de maconha e LSD

Outros trechos falam sobre o caráter do ex-CEO da Apple. “Muitos indivíduos questionaram a honestidade do Sr. Jobs declarando que ele pode distorcer a verdade com o objetivo de atingir suas metas.”

O abandono da filha Lisa Brennan, do relacionamento de Jobs com Chrisann Brennan, também é citado. “Eles também comentaram que, no passado, o Sr. Jobs não deu apoio [trecho editado] (a mãe de sua filha fora do casamento) e sua filha; no entanto, mais recentemente ele voltou a dar apoio”.

(Fonte: Uol Tecnologia)

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